O Ministério Público, no combate às drogas, também exerce um papel preventivo, qual seja, orientando crianças, adolescentes, pais, educadores e comunidade em geral acerca dos malefícios das drogas, alertando a todos que o uso delas leva à destruição de todas as relações pessoais, ao cometimento de delitos e à degeneração da sociedade.
Seja bem vindo a este site.
Promotor de Justiça Maurício Alexandre Gebrim
Denuncie o Tráfico
Você não precisa se identificar. Colabore.
segunda-feira, 18 de abril de 2011
NOTÍCIA PREOCUPANTE
A Polícia Federal comprovou que o uso de crack já assume contornos de epidemia, entre os trabalhadores rurais dos canaviais brasileiros.
quinta-feira, 14 de abril de 2011
O Colégio Estadual "Jandira Bretas Quinan" dá início à campanha "O crack devora tudo o que você tem, a começar pela cabeça".
Confira abaixo a programação da campanha:
1. 11 a 15 de abril / Professores de Biologia trabalharão o folder cocaína/crack em sala de aula;
2. 18 de abril / 8h às 10h – Apresentação de vídeo produzido pelo Ministério Público sobre os malefícios do uso do Crack e em seguida do filme “Meu nome não é Jhonny”. Local: Auditório do Fórum de Vianópolis;
3. 19 de Abril / 13h às 15h e 15h às 17h - filme: Apresentação de vídeo produzido pelo Ministério Público sobre os malefícios do uso do Crack e em seguida do filme “Meu nome não é Jhonny”. Local: Auditório do Fórum de Vianópolis;
4. 19 de Abril / 19h e 45min às 21h e 45min - Apresentação de vídeo produzido pelo Ministério Público sobre os malefícios do uso do Crack e em seguida do filme “Meu nome não é Jhonny”. Local: Auditório do Fórum de Vianópolis;
5. 26 de Abril / 8h – 14h e 19h e 30min / Palestra para os alunos sobre as consequências do uso do crack na saúde, na vida social e familiar do usuário. As palestras serão proferidas pela Secretaria Estadual de Saúde através da Superintendência de Políticas Públicas de Atenção à Saúde, atendendo a convite da Promotoria de Justiça de Vianópolis.
6. 27 de Abril / 7h às 10h dia “D” – Distribuição, por alunos do Colégio Estadual “Jandira Bretas Quinan”, de cartazes e folders confeccionados pelo Ministério Público de Goiás, nos demais estabelecimentos de ensino de Vianópolis, no comércio, nas repartições públicas e comunidade em geral local.
7. 27 de Abril / 10h e 45min – Entrevista a se feita por um aluno do Colégio Estadual “Jandira Bretas Quinan”, na Rádio Líder, durante o Programa Momento da Cidadania, com a Psicóloga Josiane de Alcântara, com o Promotor de justiça Maurício Alexandre Gebrim e com a Juíza da Comarca, Dra. Fláviah lançoni;
8. 28 de Abril –Palestra para os pais com a Drª Fláviah Lançoni sobre a “prevenção” e “sintomas” do usuário de Crack, tendo como presidente de mesa e mediador, o Promotor de Justiça Maurício Alexandre Gebrim. Local: CREVI
quinta-feira, 24 de março de 2011
terça-feira, 15 de março de 2011
Polícia Civil e UEG atuam na prevenção às drogas
A Universidade Estadual de Goiás – UEG é mais uma mais parceira da Polícia Civil no Programa Ser Livre. O termo de parceria foi firmado na última sexta-feira durante um evento da universidade com, aproximadamente, 300 alunos bolsistas da Organização das Voluntárias de Goiás – OVG, no auditório da Assembléia Legislativa de Goiás. O Ser Livre foi instituído no dia 24 de janeiro, por iniciativa do Delegado Geral da Polícia Civil, Edemundo Dias de Oliveira Filho, para ser um projeto de atuação na prevenção às drogas em Goiás.
Para Edemundo a parceria com a UEG representa uma força muito grande na proposta de trabalho do Programa. De acordo com o Delegado, a universidade terá papel significativo para levar a mensagem do Ser Livre às pessoas, em especial aos jovens. O delegado geral define as drogas como o maior problema enfrentado pela humanidade na atualidade.
O reitor da UEG, Luiz Antônio Arantes, que estava presente no evento, afirmou que a instituição é que ganha com essa parceria. “Poder integrar um projeto, com propostas tão importantes com as do Ser Livre, engrandece qualquer instituição”, afirma.
O Ser Livre tem uma meta ousada de atender com palestras um milhão de pessoas este ano. Para tanto, conta com outros parceiros, como igrejas, conselhos de segurança, empresas e vários outros segmentos com representatividade social.
Para Edemundo a parceria com a UEG representa uma força muito grande na proposta de trabalho do Programa. De acordo com o Delegado, a universidade terá papel significativo para levar a mensagem do Ser Livre às pessoas, em especial aos jovens. O delegado geral define as drogas como o maior problema enfrentado pela humanidade na atualidade.
O reitor da UEG, Luiz Antônio Arantes, que estava presente no evento, afirmou que a instituição é que ganha com essa parceria. “Poder integrar um projeto, com propostas tão importantes com as do Ser Livre, engrandece qualquer instituição”, afirma.
O Ser Livre tem uma meta ousada de atender com palestras um milhão de pessoas este ano. Para tanto, conta com outros parceiros, como igrejas, conselhos de segurança, empresas e vários outros segmentos com representatividade social.
Mais informações: (62) 3201-2521
quarta-feira, 9 de março de 2011
DROGAS E VIOLÊNCIA - Por Pedro J. Bondaczuk
O tráfico e o consumo de drogas, que são interdependentes, estão entre os mais graves problemas contemporâneos, sob qualquer aspecto que se encare. Ou seja, tanto do ponto de vista policial, quanto do familiar, social, sanitário, comportamental e até mesmo filosófico, são males que devem merecer combate constante, permanente e incansável, e de toda a sociedade. Ninguém pode ficar de fora dessa cruzada.
Trata-se de uma praga, de um flagelo, de um mal que se espalha com enorme rapidez pelo mundo, atingindo, indistintamente, tanto países ricos e poderosos (como os Estados Unidos e a potências da Europa Ocidental), quanto as mais miseráveis e carentes comunidades nacionais do Planeta, que não têm dinheiro sequer para o atendimento das necessidades essenciais à vida, como alimentação, saúde e saneamento básico. Expande-se, dia a dia, apesar dos volumosos recursos despendidos para coibir seu avanço (que ensejam, por sinal, muita corrupção) e de todos os esforços (repressivos e profiláticos) que se fazem para o seu combate. Certamente a estratégia adotada não é a adequada.
Esta, porém, é uma luta que não podemos perder. Mas que, infelizmente, até aqui, estamos perdendo! E nem é preciso dizer o por quê. Vencê-la é um enorme desafio, não somente para o aparato de segurança do Estado, encarregado de barrar a ação dos traficantes, cada vez mais numerosos e ousados, mas de todas as entidades que compõem a sociedade, como a família, as igrejas, as organizações humanitárias e as pessoas inteligentes e de boa vontade, que sabem da importância da solidariedade na convivência (pelo menos civilizada) entre os diversos grupos, de graus culturais e sociais dos mais diversos. É uma responsabilidade geral, de todos, de maneira indistinta, e que não admite omissões. Busca-se, somente, combater o narcotráfico e suas seqüelas apenas apelando-se para a repressão, quando o fundamental seria aliá-la à educação, baseada em eficaz informação.
Destaque-se que ninguém está livre de ser atingido, de uma forma ou de outra, por este problema, que angustia milhões de lares no mundo. O aumento da violência urbana em nosso país, por exemplo, está diretamente relacionado à expansão do narcotráfico, que hoje domina importantes regiões, urbanas e rurais do País (como o "Polígono da Maconha", em Pernambuco), promovendo, ou financiando, ou inspirando assaltos, que se multiplicam, mormente nas grandes cidades, pondo em risco a nossa segurança pessoal e a do nosso patrimônio. Não existe o traficante "bonzinho", embora muitos deles tentem se passar por filantropos e supram (até certo ponto), em comunidades extremamente carentes, como as favelas do Rio de Janeiro, de São Paulo, de Campinas, de Belo Horizonte etc., o papel social que deveria ser desempenhado pelo Estado, mas que este não vem desempenhando.
E se as vendas de drogas estão aumentando, é porque, logicamente, há um número crescente de consumidores. É a inflexível lei da oferta e da procura em ação. Raras são as pessoas, por exemplo, que ainda não passaram pelos riscos e dissabores de serem assaltadas: em suas casas, nas ruas, nos estabelecimentos comerciais, nos bancos, nos ônibus e em qualquer outra parte. Boa parte desses assaltos, destaque-se, é praticada por viciados, que buscam, mediante o crime, obter recursos para sustentar esse caro e destrutivo vício. As drogas, portanto, têm contribuído, sob todas as formas, para tornar nossa vida tensa, insegura e cada vez mais complicada (e menos valorizada).
Por outro lado, seria infantilidade afirmar que, embora não venhamos a nos viciar, não estejamos sujeitos a ter nenhum parente (filho, irmão, neto ou sobrinho, não importa) viciado. Por melhor que seja nossa estrutura familiar e a educação que proporcionemos aos que dependem de nós; por mais unidos que sejamos na família, nunca estaremos livres por completo desse perigo. Não podemos afrouxar e nem abrir a guarda jamais. É preciso permanente, constante e sábia vigilância sobre os nossos filhos. E, sobretudo, é necessário o diálogo. Muito, e incansável, diálogo: franco, amigo, direto e sincero.
O assédio dos narcotraficantes, principalmente aos jovens, ocorre cada vez com maior freqüência e ousadia em todos os lugares que eles freqüentam: nas escolas, nos clubes, nos bares, nas boates etc.. E, na maioria dos casos, os pais somente descobrem que os filhos estão viciados quando já é tarde para evitar. Crianças de apenas oito anos de idade estão sendo cada vez mais assediadas e acabam, fatalmente, por se viciar, sem que ninguém sequer desconfie.
Contraído o vício, começa, para o infeliz que deu esse mau passo (e para a sua família), a dura, a tensa, a dramática e nem sempre bem-sucedida luta para se livrar da droga. Trata-se de um processo sofrido, penoso, traumático e que requer muita, muitíssima, extrema força de vontade do viciado para dar certo. Quem já tentou parar de fumar sabe o quanto é dolorosa a chamada "síndrome de abstinência". No caso das drogas proibidas, como a maconha, o crack, a cocaína, a morfina, a heroína etc.etc.etc., o sofrimento é mil vezes (ou mais) pior! E o índice de sucesso, infelizmente, é extremamente baixo. E, ainda assim, ocorrem inúmeros casos de recaída.
O aliciamento ao vício sofistica-se, explorando, sobretudo, os pontos fracos das crianças e dos adolescentes, vulneráveis à experimentação que os irá viciar com enorme rapidez. Ele se dá, sobretudo, com a exploração da curiosidade, da rebeldia e do desejo dos jovens de mostrar independência em relação aos mais velhos, com o que se tornam, paradoxalmente, não apenas dependentes, mas escravos dos narcóticos e dos narcotraficantes. O chamado “formador de opinião” (se é que alguém, de fato, forme opiniões), ou seja, o jornalista, principalmente aquele que dispõe de uma coluna diária, semanal ou mensal (não importa), tem importante papel a cumprir, nesse aspecto que, a bem da verdade, não vem cumprindo (não, pelo menos, com a constância e a eficiência necessárias). Afinal, jornalismo não se restringe somente, como muitos parecem pensar, à política, à economia, aos esportes e às variedades...
quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011
terça-feira, 22 de fevereiro de 2011
MP-GO lança campanha de combate ao crack
A disseminação destruidora do crack e outras drogas ilícitas em todos os municípios de Goiás levou o MP a conceber uma campanha institucional com o objetivo de provocar a discussão do tema na comunidade e estimular a realização de ações voltadas para a prevenção e combate ao uso de drogas. Lançada na última semana, a campanha, que tem como tema “O crack devora tudo o que você tem, a começar pela cabeça”, já está no ar em emissoras de TV e rádios de Goiânia. Os kits de divulgação estão sendo encaminhados aos promotores de Justiça que manifestaram intenção de desenvolver a campanha. O material também está à disposição de outros interessados no Centro de Apoio Operacional Criminal, no edifício-sede (na foto, o Promotor de Justiça Maurício Alexandre Gebrim recebe o material da servidora Adriana Bento). A ideia inicial da campanha foi proposta pelo promotor Cláudio Braga Lima, de Quirinópolis, que enfrenta diversos problemas na comarca com o aumento do número de dependentes químicos. Diante do alcance do problema, a Procuradoria-Geral de Justiça encampou a proposta, ampliando-a para todo o Estado. A campanha foi criada e produzida pela Assessoria de Comunicação Social e conta, além do VT para televisão e spot para rádio, com outdoors, cartazes, flyers e um miniguia que informa sobre os efeitos devastadores do crack.
domingo, 6 de fevereiro de 2011
A MENTIRA DESCOBERTA
O Dr. Arun Gandhi, neto de Mahatma Gandhi (que libertou a Índia da Inglaterra aplicando e ensinando a seu povo a política da não-violência - lembram-se do filme Gandhi?) e fundador do Instituto M.K. Gandhi para a Vida Sem Violência, em sua palestra de 9 de junho, na Universidade de Porto Rico, compartilhou a seguinte história como exemplo da vida sem violência exemplificada por seus pais:
"Eu tinha 16 anos e estava vivendo com meus pais no instituto que meu avô havia fundado, a 18 milhas da cidade de Durban, na África do Sul, em meio a plantações de cana-de-açúcar.
Estávamos bem no interior do país e não tínhamos vizinhos. Assim, sempre nos entusiasmava, às duas irmãs e a mim, poder ir à cidade visitar amigos ou ir ao cinema.
Certo dia, meu pai me pediu que o levasse à cidade para assistir a uma conferência que duraria o dia inteiro, e eu me apressei de imediato diante da oportunidade.
Como iria à cidade, minha mãe deu-me uma lista de coisas do supermercado, as quais necessitava, e como iria passar todo o dia na cidade, meu pai me pediu que me encarregasse de algumas tarefas pendentes, como levar o carro à oficina. Quando me despedi de meu pai, ele me disse: 'Nós nos veremos neste local às 5 horas da tarde e retornaremos à casa juntos'.
Após, muito rapidamente, completar todas as tarefas, fui ao cinema mais próximo. Estava tão concentrado no filme, um filme duplo de John Wayne, que me esqueci do tempo. Eram 5:30 horas da tarde, quando me lembrei. Corri à oficina, peguei o carro e corri até onde meu pai estava me esperando. Já eram quase 6 horas da tarde.
Ele me perguntou com ansiedade: 'Por que chegaste tarde?' Eu me sentia mal com o fato e não lhe podia dizer que estava assistindo um filme de John Wayne.
Então, eu lhe disse que o carro não estava pronto e que tive que esperar... isto eu disse sem saber que meu pai já havia ligado para a oficina.
Quando ele se deu conta de que eu havia mentido, disse-me:
- Algo não anda bem na maneira pela qual te tenho educado, que não te tem proporcionado confiança em dizer-me a verdade. Vou refletir sobre o que fiz de errado contigo. Vou caminhar as 18 milhas ate em casa e pensar sobre isto.
Assim, vestido com seu traje e seus sapatos elegantes, começou a caminhar até à casa, por caminhos que nem estavam asfaltados nem iluminados.
Não podia deixá-lo só. Assim, dirigi por 5 horas e meia atrás dele... vendo meu pai sofrer a agonia de uma mentira estúpida que eu havia dito.
Decidi, desde aquele momento, que nunca mais iria mentir.
Muitas vezes me recordo desse episódio e penso..... Se ele me tivesse castigado do modo que castigamos nossos filhos, teria eu aprendido a lição?
Não acredito...
Se tivesse sofrido o castigo, continuaria fazendo o mesmo...
Mas, tal ação de não-violência foi tão forte que a tenho impressa na memória como se fosse ontem...
Este é o poder da vida sem violência."
* Colaboração de Lênia Ungarelli
sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011
COMEÇA DISTRIBUIÇÃO DE GIBIS DA TURMA DA MÔNICA NOS ESTABELECIMENTOS DE ENSINO
Teve início, na manhã de ontem (03/02/2011) a distribuição, pelo Promotor de Justiça de Vianópolis, Maurício Alexandre Gebrim, a todos os alunos dos estabelecimentos de ensino da Comarca de Vianópolis (municípios de Vianópolis e São Miguel do Passa Quatro) de aproximadamente 3.000 (três) mil gibis da Turma da Mônica, abordando a prevenção ao uso de substâncias entorpecentes.
No ofício entregue pessoalmente pelo Promotor de Justiça Maurício Alexandre Gebrim aos estabelecimentos de ensino, consta a solicitação de que o material seja trabalhado pelos educadores em sala de aula.
Os gibis foram impressos com recursos oriundos de penas em dinheiro (prestação pecuniária) aplicadas em TCOs (Termos Circunstanciados de Ocorrência).
Exemplares também foram encaminhados ao Poder Judiciário, à Delegacias de Polícia, à Polícia Militar, aos Conselhos de Direitos, aos Conselhos Tutelares e às Câmaras de Vereadores da Comarca.
Qualquer pessoa que estiver interessada em receber um exemplar do gibi pode procurar a Promotoria de Justiça de Vianópolis de segunda a sexta das 08h00 às 11h00 e das 13h00 às 18h00.
A versão digital do gibi distribuído pode ser baixada neste site, na coluna à direita do internauta.
segunda-feira, 20 de dezembro de 2010
Desinteresse
O governo do DF revela intrigante desinteresse no combate ao tráfico de crack, droga que mais cresce e escraviza 40% dos viciados: só usou 2% dos R$ 100 milhões liberados pelo governo federal para esse fim. Enquanto isso, nós que estamos próximos do DF...
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